Dizem que esses são tempos de lágrimas, porém eu hei de discordar. E como prova disso, eu não vou chorar. Não porque dizem que homens não choram, mas sim porque eu não estou triste. Eu estou vazio. E estou cansado. Cansado de procurar o porquê do meu vazio. Às vezes eu acho que sei. Quem sabe eu não esteja certo, porém não vem ao caso à incerteza. Eu não sei o que eu devo procurar, ora sei o que eu devo me livrar.
Eu sempre falo das lembranças; sempre soube que elas tinham a ver com a minha indisposição na busca de um progresso mínimo nessa minha vida pacata. No entanto, eu assumo, eu não queria largar essas lembranças na estrada, pois eu olhava somente para o céu. Achava que eu estava de cabeça erguida. Lançava-me além das nuvens e pedia a Deus algumas respostas e, então, mesmo que fosse falso, eu estava bem. Tudo isso até o dia em que olhei para baixo e vi que eu ainda estava no mesmo lugar, caminhando em círculos. Malditas lembranças!
As lembranças são somente lembranças - e dessa vez é sério. Há uma linha que determina em que lado o rumo de nossas vidas estará. Existe o lado em que só há regresso, fraqueza, abulia, entre outros. E o que há o progresso, a força, a disposição de levantar, desligar aquele programa inútil de domingo e ir ver o sol, pessoas, paquerar, curtir; ouvir os pássaros, uma voz feminina; realizar seus planos, sonhos e realidade. E eu escolhi ficar do lado positivo da linha. Onde eu vou caminhar e escrever o meu nome na pedra, onde até os santos vão parar p'ra dar uma olhada.
Doravante, eu desejo novos rumos - e, repito, dessa vez é sério. Eu não posso mais ficar me lamentando sobre as fotos, as palavras e as memórias; não posso mais deixar de fazer acontecer por estar parado pensando no que poderia ter acontecido. Eu preciso sair. Então, eu vou erguer minhas próprias pontes e, daqui a pouco, destruir todas aquelas que me ligam as tristezas, que me ligam ao vazio, que me ligam a você. Sei que vão entender errado. Não importa. Retomando, aqui fica o meu sincero adeus... Adeus.
Eu sempre falo das lembranças; sempre soube que elas tinham a ver com a minha indisposição na busca de um progresso mínimo nessa minha vida pacata. No entanto, eu assumo, eu não queria largar essas lembranças na estrada, pois eu olhava somente para o céu. Achava que eu estava de cabeça erguida. Lançava-me além das nuvens e pedia a Deus algumas respostas e, então, mesmo que fosse falso, eu estava bem. Tudo isso até o dia em que olhei para baixo e vi que eu ainda estava no mesmo lugar, caminhando em círculos. Malditas lembranças!
As lembranças são somente lembranças - e dessa vez é sério. Há uma linha que determina em que lado o rumo de nossas vidas estará. Existe o lado em que só há regresso, fraqueza, abulia, entre outros. E o que há o progresso, a força, a disposição de levantar, desligar aquele programa inútil de domingo e ir ver o sol, pessoas, paquerar, curtir; ouvir os pássaros, uma voz feminina; realizar seus planos, sonhos e realidade. E eu escolhi ficar do lado positivo da linha. Onde eu vou caminhar e escrever o meu nome na pedra, onde até os santos vão parar p'ra dar uma olhada.
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